OAB Acre promove Workshop da Infância e Juventude e fortalece diálogo sobre proteção integral
A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Acre (OAB/AC), promoveu, neste sábado, 22, o Workshop da Infância e Juventude, com o tema “Proteção Integral de Crianças e Adolescentes: atuação interdisciplinar da rede de garantia de direitos”. O encontro foi realizado na Sala da Escola Superior da Advocacia (ESA), em Rio Branco. A programação reuniu profissionais de diferentes áreas para discutir os desafios e os caminhos para o fortalecimento da rede de garantia de direitos de crianças e adolescentes.Participaram do workshop o juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, Jorge Luiz Lima; o promotor de Justiça do Estado do Acre Iverson Rodrigo Monteiro Bueno, com atribuições junto à Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente de Rio Branco; a pedagoga Alessandra Gonçalves Pinheiro, especialista em Pedagogia Jurídica e integrante do Núcleo Especializado em Infância e Juventude; e o advogado e juiz eleitoral substituto Emerson Costa.O presidente da OAB Acre, Rodrigo Aiache, destacou que a proteção dos direitos de crianças e adolescentes demanda uma atuação integrada e, também, profissionais cada vez mais preparados para lidar com as particularidades dessa área. “Quando reunimos diferentes instituições e áreas do conhecimento para discutir a infância e a juventude, fortalecemos toda a rede de proteção. A OAB Acre também tem esse compromisso de promover capacitação, ampliar o diálogo e contribuir para que os direitos de crianças e adolescentes sejam efetivamente respeitados e garantidos”, afirmou Aiache.Durante a programação, foram debatidos aspectos relacionados à atuação conjunta das instituições, aos desafios enfrentados no atendimento de crianças e adolescentes e à necessidade de integração permanente entre os profissionais responsáveis pela prevenção, acolhimento e garantia de direitos.O advogado e juiz eleitoral substituto Emerson Costa ressaltou a importância da qualificação dos profissionais que atuam ou pretendem atuar na área e da compreensão da proteção integral como uma responsabilidade compartilhada. “A proteção integral não pode ser vista de forma isolada. Ela exige conhecimento, sensibilidade e integração entre os persos atores que compõem a rede. Momentos como este permitem aprofundar o debate jurídico e, ao mesmo tempo, compreender como cada profissional pode contribuir para uma atuação mais efetiva em defesa de crianças e adolescentes”, destacou Emerson Costa.O Workshop da Infância e Juventude reforçou a importância da construção coletiva de estratégias capazes de tornar a rede de proteção cada vez mais integrada e efetiva, tendo como prioridade a garantia dos direitos e o melhor interesse de crianças e adolescentes.